A Bandeira e o Hino Riograndense.

A Bandeira nacional chega ao topo do mastro primeiro e as bandeiras dêem ser hasteada segundo a ordem pré-determinada, observando a sua da Bandeira Rio-Grandense, bandeiras de outras unidades federativas e, por fim, de entidades, organizações ou cooperações. O arriamento segue a ordem inversa.
c) Hino Rio-Grandense: O Hino Rio -Grandense é asism definido pela publicação da Secretaria de Educção e Cultura do Rio Grande do Sul:
Art.7. O hino é o que se compõe da revisão da música de Joaquim José de Mendanha, realizada por Antônio Tavares Corte real, com versos de Francisco Pinto da Fontoura, estes da forma abreviada consagrada pelo uso popular: a primeira e a última estrofe do poema original, com o estribo.






O Hino deve ser cantado em uníssimo (uma só voz), sendo vetada a execução do mesmo em arranjos vocais ou artístico-instrumentais.
A posição de respeito deve ser seguida por civis e militares, sendo o primeiro compostura reta, silencioso e com a cabeça descoberta; e o segundo em posição de continência quando em hasteamento , arriamento e cerimônia de cortejos.







HINO RIO-GRANDENSE


Poema de Francisco Pinto da Fontoura

Como aurora precursora
do farol da divindade,
foi o Vinte de Setembro
o precursor da liberdade

ESTRIBILHO
Mostremos valor,
nesta ímpia e injusta guerra,
sirvam nossas façanhas
de modelo a toda

Mas não basta p`ra ser livre
ser forte, aguerrido e bravo,
povo que não tem virtude
acaba Por ser escravo.

ESTRIBILHO

Fontes: Normas para o Cerimonial Público e a Ordem geral de Precedência. Decreto n.70.724, de 09 de março de 1972.
Fonte: Secretaria de Educação e Cultura do Estado do Rio Grande do Sul






   

 
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